Volta e meia lá está ela. Sorrateiramente. Chega dizendo que é para me confortar. Para me proteger. Diz que a mim só me basta. Me tira oportunidades, desmorona castelos, atrasa projetos.
Há pouco tempo atrás ela era invisível, ou tomava formas graciosas, puras, inocentes.
Hoje sei quem é. Ainda não a vejo mas a sinto. A materialidade importa a sua destruição.
E esse é um curso inalterável. Um cruel destino para ela. Um feliz começo para mim.
sábado, 4 de julho de 2009
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